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Asaph Borba comenta profecia recebida durante o Congresso de Louvor e Adoração

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O Congresso de Louvor e Adoração Diante do Trono está repleto de momentos emocionantes e um deles aconteceu na tarde do segundo dia do Congresso (29/3). O ministro de louvor Asaph Borba com 35 anos de ministério recebeu uma profecia da doutora Cindy Jacobs. Confira aqui como foi esse momento.

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Lagoinha.com: Você recebeu uma profecia da doutora Cindy Jacobs sobre uma escola de música para deficientes auditivos. O que essa palavra representou para o seu ministério?

Asaph Borba: Foi um momento inusitado e nos repercutiu como uma resposta de oração que estávamos (minha esposa e eu) aguardando da parte de Deus. Estávamos perguntando a Deus sobre o que ele tinha para nós nesse tempo e foi como se uma luz iluminasse tudo. Cindy não sabia, mas minha esposa é formada em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e tem especialização em ensino para crianças especiais.

Lagoinha.com: Você já participou de outros Congressos do Diante do Trono. O que tem de diferente na edição deste ano?

Asaph Borba: Acredito que estamos vivendo outro contexto. Acho que Deus está fazendo algo novo, influenciando a visão da adoração no Brasil. Acredito que a visão torna-se um referencial para os ministros do que é adoração. Na medida que as pessoas compreendem o que está sendo falado, elas mudam, transformando o sentido do Louvor.

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Lagoinha.com: Você lançou recentemente o livro “Adoração: Quando a Fé se Torna Amor”. Você acredita que a igreja brasileira precisa aprender mais sobre esse assunto?

Asaph Borba: Sem sombra de dúvidas. As pessoas precisam aprender muito mais sobre esse assunto, porque muitas delas acham que adoração é apenas músicas cantadas. Mas adoração é um estilo de vida. Elas precisam deixar de ter ministros de louvor como ídolos e passarem a vê-los como servos. A idolatria infelizmente faz parte da cultura brasileira, e isso precisa mudar. É preciso amar sem idolatrar.

Para adquirir o livro, acesse o site www.adorar.net

LINK NO YOUTUBE: http://youtu.be/TRRFIsEu2wQ

Barack Obama e a agenda gay

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Aproveitando minha estada em Washington, capital Americana, decidi ver de perto alguns dos tópicos prioritários para o segundo mandato de Barack Obama, que iniciou neste mês de janeiro de 2013.  Me chamou atenção, já nas festividades de posse, três ocorrências, que apesar de desapercebidas para a mídia internacional, tiveram relevância junto a crítica conservadora interna.

 O primeiro, foi o fato do poeta Richard Blanco, 44, declaradamente gay, ter sido convidado para participar na cerimônia. O segundo, foi o cancelamento da participação na programação, do Pastor Louie Giglio, abertamente contrário ao casamento de pessoas do mesmo sexo, e o terceiro, foi a foto divulgada na Internet, de dois homens em beijos e carícias, sem nenhum constrangimento durante o baile oficial.

 Junto aos dados acima citados, tive acesso  a um memorando expedido pela Casa Branca em 2011:

(http://www.whitehouse.gov/the-press-office/2011/12/06/presidential-memorandum-international-initiatives-advance-human-rights-l) que vem pautando a ampliação da influência americana no que diz respeito à  proteção dos direitos dos homossexuais pelo mundo a fora. O texto expõe o quanto o executivo está comprometido com o que tem sido chamado, por aqui bem como no Brasil, de agenda gay.

O documento relata com clareza a utilização da máquina diplomática americana como instrumento de pressão política contra qualquer nação aonde a minoria em questão sofre qualquer tipo de perseguição ou descriminação, chegando ao ponto de oferecer aos mesmos, proteção e asilo. Poucos assuntos tem tido mais repercussão na opinião pública americana, como este. Segundo Gail Stoll, fazendeira, moradora do estado de Illinois, no centro do país, o atual governo tem dado demasiada importância aos direitos dos homossexuais, deixando contudo de tratar de outros assuntos. “Existem direitos mais urgentes sendo deixados de lado”, conclui.

 Porém, o principal aspecto defendido pela minoria GLS, com respeito ao tema, isola-se praticamente em um ponto só: o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Já que por aqui, assim como na maioria dos países civilizados, o homossexualismo já saiu do armário e é aceito socialmente. Qualquer ato de homofobia  é penalizado por lei. Porém a união em questão ainda é o grande desafio a ser conquistado, e tem agora no atual governo americano seu grande aliado, apesar do assunto começar a mostrar seus problemas.

 Primeiramente, mesmo que esteja na agenda democrata, populista e liberal do mandatário principal da nação, não há ainda nenhuma legislação federal para o assunto, e parece que não haverá em curto prazo, pois enquanto não houver leis que regulamentem o tema em cada estado da união, não passa para o âmbito federal. Isto já começou a gerar  confusão jurídica, pois só alguns estados votaram leis proibindo ou não a tão polêmica união, que dá aos casais homossexuais não apenas o direito da união civil, mas os mesmos direitos que os casais heterossexuais têm, inclusive sobre herança e adoção de filhos.

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