Arquivo de agosto, 2020

Se você não pode pregar o que canta, não cante

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A matéria desta semana produzida pelo Ministério Life é com o pastor da Igreja Redil – São Gonçalo/RJ, líder do ministério Arco e Flecha, músico e ministro de adoração, Ton Molinari.

Tudo começou cedo para Ton, que já aos 8 anos tocava na Igreja e aos 15 começou a liderar adoração. Hoje, aos 33 anos, além de marido da Nathalia e pai do Ben e João, Ton tem servido sua igreja local e nossa nação no ministério de louvor. Alguns dos frutos deste coração de adorador, são canções como “Rei da Glória” e “Preso a ti”, que tem impactado a vida de muitos jovens.

Com uma profundidade evidente em relação ao que compõem e ministra, Ton tem propriedade para ensinar jovens sobre o assunto e por isso escreveu o livro ‘Tesouro dos Atentos’, prefaciado por Asaph Borba, onde salienta que se a sua inspiração para compor não for o lugar secreto, é melhor largar a caneta.

De acordo com Ton, ser sincero e autêntico em relação àquilo que cantamos e compomos é crucial para vivermos a excelência do padrão celestial. “Existem três processos de maturação de uma canção: Ouvir a mensagem, se tornar a mensagem e depois comunicar a mensagem. Se você não pode pregar aquilo que canta, não cante”, destacou.

Ton diz que no Brasil há uma carência de líderes de louvor pastorais e mestrais que apascentam e ensinam o rebanho. “Desconfio de todo movimento que começa macro antes do micro, é a partir da igreja local que podemos mudar uma cidade”.

Questionado sobre um conselho que daria a uma nova geração de ministros, Ton, que também participa do movimento Som do Reino, surpreendeu e foi cirúrgico na resposta. “Se prepare! Mais do que queimar no secreto e ser apaixonado por Jesus, se prepare na mente e no entendimento bíblico. Fundamente o sobrenatural!”, enfatizou com veemência.

Ton atualmente está com novos projetos em andamento pelo ministério Arco e Flecha. Acompanhe em @tonmolinari e @arcoeflecha_br

Foto: Reprodução

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A mensagem precisa ser completa

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Nesta semana o Ministério Life conversou com Rodolfo Abrantes sobre uma série de temas do Reino de Deus. Por questão de limite de caracteres, vamos nos ater somente a adoração congregacional e a proclamação do evangelho.

Em relação a adoração congregacional, Rodolfo salientou que a busca diária pela presença de Deus e a honra pelo profético fazem toda a diferença em uma adoração que é efetiva na igreja. “O que mantém a adoração de forma sadia é a busca pela presença, é a preservação da excelência, não do formato. É a honra pelo profético ouvindo os céus, pois o clamor da terra encontra a resposta na proclamação dos céus”, destacou.

Segundo Rodolfo, a sensibilidade para ouvir os céus faz toda a diferença para o acesso ao lugar onde o Espírito transborda de forma poderosa. “No Dia de Pentecostes eles ouviram um som do céu e foram cheios do Espírito Santo. É necessário ouvir o que céu está dizendo e comunicar a igreja”.

Sobre a proclamação do evangelho, principalmente em época de muitas vozes, Rodolfo disse que enxerga de forma positiva o coração de muitos que querem repartir a palavra por meio das mídias, todavia, salientou que a mensagem precisa ser pregada de forma completa. “Ninguém falou mais do inferno do que Jesus, as pessoas talvez não falem por medo de serem rejeitadas. Se o evangelho não te confronta, ele não deve ser o evangelho. Estamos num tempo em que as pessoas estão preocupadas em falar bonito e não em falar a verdade”, enfatizou.

Rodolfo é casado com Alexandra Abrantes, congrega na Mevam de Itajaí e tem servido a igreja proclamando a palavra por meio da pregação e da música. No início dos anos 2000 impactou o Brasil pela transição de uma banda de rock famosa para uma conversão genuína. O hoje pregador e adorador, nos mostrou há 20 anos fazendo o caminho inverso de muitos, que a fama e o dinheiro nada se comparam diante da beleza e da sublimidade do conhecimento de Jesus.

Foto: Reprodução

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